22 de Out de 2018

vermelhos

A primavera traz o aumento da temperatura e o colorido das flores. Mas com a beleza da nova estação, chegam também as alergias oculares e a síndrome do olho seco, muito comuns durante essa época do ano, especialmente devido ao pólen liberado pelas flores.

"Pessoas que têm predisposição a alergias oculares possuem maior risco de desenvolver crises nessa época do ano, muitas vezes, mais severas do que nas outras estações. Os principais sintomas são coceira, vermelhidão, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos e edema palpebral", conta a Dra. Cassiana Parise, oftalmologista.

Estação de transição, com a chegada de chuvas, mas também sendo comum períodos de clima seco, a primavera é o cenário propício para a chamada síndrome do olho seco. "Quem está mais suscetível nessa época são as crianças, especialmente as que já têm um histórico de alergias, como rinite, bronquite, alergias de pele. Adultos alérgicos também ficam com os olhos mais sensíveis nesse período. Pessoas que trabalham muitas horas à frente do computador e em ambientes com ar condicionado têm maior tendência a sofrer com os olhos secos", comenta a oftalmologista e especialista nas áreas de estrabismo adulto e oftalmopediatria.

Entre as principais dicas e cuidados para prevenir alergias e irritações nos olhos na primavera estão:

- Lavar as mãos com frequência.

- Não coçar os olhos.Usar óculos de sol.

- Lavar bem o rosto e região dos olhos com água e, sempre que possível, utilizar um gel de limpeza ou shampoo neutro (como os indicados para crianças).

- Manter a casa e o ambiente de trabalho limpos. Evitar varrer, pois isso espalha mais o pó no ambiente. Preferir o uso de panos úmidos para a limpeza.

O tratamento para as alergias e irritações causadas pelo olho seco incluem:

- Compressas com água gelada para a amenizar a sensação de coceira, diminuir o edema e o desconforto ocular.

- Nunca coçar os olhos.

- Fazer avaliação com oftalmologista para indicação de colírios, quando for necessário. Existem várias opções de colírios para o tratamento, mas somente o médico pode avaliar a gravidade do quadro e indicar o tratamento correto para cada caso.

 

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de comunicação do Grupo Opty