22 de Out de 2018

HCLOE – Oftalmologia Especializada e Cora Residencial Senior se unem para realizar ação preventiva em residentes, familiares e colaboradores

Com o passar do tempo vem a perda gradual da visão típica da idade avançada. Entre os principais problemas de visão que afetam a qualidade de vida dos idosos estão a presbiopia, a catarata, a degeneração macular relacionada à idade e o glaucoma. Apesar de frequentes e, muitas vezes, inevitáveis, essas doenças possuem tratamento para interromper ou mesmo reverter seus sintomas e consequências.

Acreditando que uma vida longeva somente é plena com saúde, o que apenas é possível com a prevenção, o HCLOE, empresa do Grupo Opty, e a Cora Residencial Senior, Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) com seis unidades em São Paulo, se uniram para realizar uma ação social de conscientização e atendimento oftalmológico na unidade Ipiranga, na capital paulista. Com coordenação de uma equipe do HCLOE, as atividades na Cora terão início com a triagem e atendimento dos colaboradores do local no início de setembro. No dia 15, às 14h, será ministrada uma palestra aos residentes e familiares sobre a saúde dos olhos. E, no dia 22, das 9h às 17h, ocorrerá o atendimento oftalmológico aos residentes.

E como a consulta oftalmológica periódica é essencial nessa faixa etária, o projeto também prevê a inclusão do serviço de avaliação oftalmológica na admissão dos residentes, com a realização de exames como a medição da pressão intraocular, realizado por profissionais do HCLOE.

"Quanto mais precoce o diagnóstico dessas doenças, mais altas as chances de evitar perda visual. O glaucoma, por exemplo, na maioria dos casos, pode ser controlado com tratamento adequado", orienta a geriatra Ana Catarina Rodrigues Quadrante, da Cora.

Visão e qualidade de vida

As complicações decorrentes da perda visual são numerosas e podem ter graves consequências, com forte impacto sobre a qualidade de vida do idoso já confirmado em estudos realizados por meio das Escalas de Depressão Geriátrica (GDS), do Brazilian OARS Multidimensional Funcional Assessment Questionnaire (BOMFAQ) e do Teste Funcional de Mobilidade (TUG).

Os estudos apontam que com a perda visual aumenta a tendência a quedas; intoxicações alimentares ou mesmo envenenamentos pelas dificuldades para ler rótulos e os prazos de validade de medicamentos; acidentes em casa, ao tropeçar em tapetes e objetos baixos ao não perceber desníveis e degraus; quedas nas ruas e calçadas ou atropelamentos; perda de interesse por atividades que antes traziam prazer como a leitura ou trabalhos artesanais.

Além disso, conforme observa a enfermeira do HCLOE Erica Ino Hirashima, os fatores decorrentes da perda de visão favorecem a depressão e o isolamento social, agravando disfunções já existentes. "Daí a importância da visita ao oftalmologista periódica para detecção da perda visual, que, na maior parte das vezes, não chega a ser diagnosticada e, consequentemente, tratada, por falta de assistência médica adequada ou informação", comenta.

"A baixa visão compromete a autonomia do indivíduo, ela consequentemente prejudica sua qualidade de vida, sendo assim a prevenção e os cuidados para uma melhor visão podem fazer uma enorme diferença", reforça o oftalmologista do HCLOE, Dr. Lucas Perez. "Há problemas como a presbiopia, a conhecida perda da visão de perto, que facilmente pode ser solucionada com lentes corretivas. Já a catarata, que provoca a opacidade na região do olho chamada de cristalino, pode ser corrigida via cirurgia, com altos índices de sucesso. Doenças como a degeneração macular e o glaucoma, relacionado à alta pressão nos olhos, são silenciosas, podendo causar cegueira irreversível, daí a importância do diagnóstico precoce", completa.

 

 

 

 

 

Fonte: Assessoria de comunicação do Grupo Opty