11 de Dez de 2017

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Antigamente, na Grécia, na China e na Pérsia médicos realmente receitavam maconha para aliviar a dor, para ajudar no tratamento de distúrbios intestinais e para curar a insônia. Em meados de 1800 foi a “aspirina” da época, usada como analgésico. A maconha contém ao menos 60 substâncias químicas conhecidas como canabinóides, entre eles o THC é o principal componente responsável pela “viagem” da maconha. Um dos usos do THC é a redução de náusea e da perda de peso em pessoas com HIV.

Tanto pessoas mais velhas como mais novas que nunca tiveram experiência com maconha podem não tolerar os efeitos colaterais do THC. Médicos geralmente prescrevem vários outros medicamentos antes de apelarem para esse químico.

O glaucoma faz com que a pressão no olho aumente, o que pode causar perda de visão. Sabe-se que fumar maconha reduz a pressão na órbita ocular. E seu médico pode até prescrever outros remédios para o glaucoma, mas sabe-se que eles perdem o efeito com o tempo. Alguns defendem o uso da maconha em casos “legítimos” como o do glaucoma, mas as autoridades ainda a consideram uma droga perigosa.

Junto com os problemas como vício na droga, a maconha pode causar perda de memória e as substâncias da fumaça podem causar câncer.

 

 

 

 

Fonte: LiveScience